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PUBLICAÇÕES
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OFICINA DE CONVIVÊNCIA COM A DIVERSIDADE:

Promoção da interação no ensino fundamental

Este texto apresenta uma proposta de oficina para ser desenvolvida nas escolas de ensino fundamental, ou em outros ambientes educativos, visando promover os valores da convivência com a diversidade, o respeito entre os(as) alunos(as) e prevenir a prática do bullying. Em primeiro lugar, relata-se muito brevemente a pesquisa que embasou o presente trabalho. São oferecidas explicações sobre a Oficina, como um recurso pedagógico. Finalmente, são descritos todos os encontros da Oficina proposta, incluindo seus objetivos, forma de sensibilização, procedimentos e avaliação

DISPONÍVEIS

Veja os livros e textos disponíveis para download gratuito.

Conheça e acompanhe nossos projetos de pesquisa e de educação em direitos humanos.

O Caderno do Orientador de Estudos é um produto técnico que integra a dissertação no Mestrado Profissional em Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Local, tal como previsto no Art.4º Portaria Normativa Nº 17, de 28 de dezembro de 2009 que dispõe sobre Mestrado Profissional no âmbito da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES.

CARTILHA BONECA NEGRA DE PANO 

Educação e criatividade para igualdade racial e de gênero.

Esta cartilha trabalha com bonecas de pano negras como um material para a educação em direitos humanos, especialmente no campo da igualdade racial e de gênero. Na introdução apresenta e justifica a sua proposta. Em seguida, uma revisão narrativa de literatura enfoca a tradição cultural da boneca de pano e a importância de bonecos e bonecas negras junto a todos os públicos, especialmente crianças e adolescentes. Apresenta o valor da boneca negra como brinquedo que favorece a identificação e a autoestima das crianças negras e defende a educação para a igualdade junto a todas as crianças, nos diversos contextos. Também considera a utilização da boneca de pano, em diferentes cores, em frentes diversas como o trabalho com famílias, com idosos, com pessoas com deficiência, em saúde mental e outras. A cartilha oferece uma lista dos materiais necessários para confecção das bonecas e a descrição passo a passo do processo. Finaliza com sugestões de ações educativas e intervenções psicossociais em diferentes contextos. Almeja que multiplicadoras (es) possam utilizar esse material para se inspirar, tendo uma leitura crítica, e criar os seus próprios bonecos e bonecas, com suas próprias características, em suas ações sociais e de educação em direitos humanos. 

Esta coletânea reúne textos que vieram a lume por diversos meios: artigos, trabalhos acadêmicos e palestras. Refletem e sistematizam o trabalho desenvolvido em momentos distintos de sua curta e intensa trajetória. Nesta trajetória fica demarcada sua paixão pelos direitos humanos, questão de militância e tema de pertinaz reflexão: uma paixão refletida.

Mateus tinha amor pelas palavras. Lia muito: de textos da área do Direito, das Ciências Políticas e outras ciências sociais à literatura e à filosofia. Encantava-se... e produzia. Também se lançava com prazer à folha em branco, acreditando ali encontrar um sentido de vida: dar forma e asas às idéias. Sistematizar e aperfeiçoar os pensamentos ia muito além de uma obrigação acadêmica ou de um gosto mundano pelo reconhecimento de seus talentos. Era um afazer humanista, uma parte da sua luta por um mundo melhor.

 

As palavras o encantavam mas não lhe pertenciam. Pertenciam à cultura, ao “outro”. Ele se deliciava com elas para depois devolvê-las, renovadas e reinvestidas de vida e de sentidos. Pois Mateus tinha amor pelo ser humano. Esta coletânea reúne textos que vieram a lume por diversos meios: artigos, trabalhos acadêmicos e palestras.
Refletem e sistematizam o trabalho desenvolvido em momentos distintos de sua curta e intensa trajetória. Nesta trajetória fica demarcada sua paixão pelos direitos humanos, questão de militância e tema de pertinaz reflexão: uma paixão refletida.

O Caderno do Orientador de Estudos é um produto técnico que integra a dissertação no Mestrado Profissional em Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Local, tal como previsto no Art.4º Portaria Normativa Nº 17, de 28 de dezembro de 2009 que dispõe sobre Mestrado Profissional no âmbito da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES.

CADERNO DE ESTUDOS DO PROFESSOR A educação em direitos humanos na educação infantil: Teoria e prática

Aline Soares Storch de Araújo Maria Lúcia Miranda Afonso

O Caderno de Estudos do Professor – A Educação em Direitos Humanos na Educação Infantil: teoria e prática – é um produto técnico que integra a dissertação Educação em Direitos Humanos na Educação Infantil: sentidos e práticas de professores de escolas públicas em Belo Horizonte, defendida por Aline Soares Storch de Araújo, no Mestrado Profissional em Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Local, do Centro Universitário UNA, com orientação da Profa. Dra. Maria Lúcia Miranda Afonso.

O Caderno do Orientador de Estudos é um produto técnico que integra a dissertação no Mestrado Profissional em Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Local, tal como previsto no Art.4º Portaria Normativa Nº 17, de 28 de dezembro de 2009 que dispõe sobre Mestrado Profissional no âmbito da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES.

O Caderno do Orientador de Estudos é um produto técnico que integra a dissertação no Mestrado Profissional em Gestão Social, Educação e Desenvolvimento Local, tal como previsto no Art.4º Portaria Normativa Nº 17, de 28 de dezembro de 2009 que dispõe sobre Mestrado Profissional no âmbito da Fundação Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior – CAPES.

 

A formação continuada é compreendida como um importante espaço para oportunizar aos conselheiros uma reflexão crítica sobre o papel social e político dos Conselhos Escolares. Para tanto, foi estruturada em torno de temáticas que visam ao desenvolvimento das competências técnicas e atitudinais, de modo a fornecer subsídios para as atividades dos conselheiros, a partir da análise de sua realidade e suas necessidades.

O Projeto Rodas de Conversa visou oferecer à comunidade a discussão de temas vinculados à Cidadania e aos Direitos Humanos, através de uma metodologia participativa que promovesse o diálogo e a reflexão sobre tais temas no contexto de vida dos sujeitos. As solicitações para as Rodas de Conversa eram feitas por grupos ou entidades interessadas. A partir daí, procurávamos melhor conhecer a demanda que nos era feita com vistas a planejar e a realizar as Rodas no espaço da entidade solicitante. As Rodas eram oferecidas gratuitamente

O Projeto Rodas de Conversa visou oferecer à comunidade a discussão de temas vinculados à Cidadania e aos Direitos Humanos, através de uma metodologia participativa que promovesse o diálogo e a reflexão sobre tais temas no contexto de vida dos sujeitos. As solicitações para as Rodas de Conversa eram feitas por grupos ou entidades interessadas. A partir daí, procurávamos melhor conhecer a demanda que nos era feita com vistas a planejar e a realizar as Rodas no espaço da entidade solicitante. As Rodas eram oferecidas gratuitamente

A vida e a dignidade da pessoa humana são princípios fundamentais que devem ser observados por cada um de nós, enquanto indivíduos, mas, sobretudo, como membros do Estado. Atos que causam dor e sofrimento a um ser humano não podem ser normatizados pela sociedade.

A vida e a dignidade da pessoa humana são princípios fundamentais que devem ser observados por cada um de nós, enquanto indivíduos, mas, sobretudo, como membros do Estado. Atos que causam dor e sofrimento a um ser humano não podem ser normatizados pela sociedade.

Em tempos onde a violência é utilizada comumente para a resolução de conflitos, o estranhamento diante da mesma vai se tornando mais difícil. Muitos segmentos da sociedade clamam pelo recrudescimento das leis e das penas como solução para tais problemas, porém o ciclo da violência parece realimentar-se e crescer continuamente.

Somente quando refletimos sobre nossas experiências, nosso passado, nossas ações, somos capazes de vislumbrar novos caminhos. Refletir sobre a tortura é exercício doloroso, mas necessário. Doloroso pela realidade dos casos, das vidas despedaçadas, desconstruídas. Necessário para que tais condições não se reconstituam, para que estas histórias não se repitam.

A História nos ensina muita coisa. Uma delas é que as pessoas já tiveram que viver em tempos e lugares onde só valia a lei do mais forte. Essas pessoas não tinham nenhuma segurança. Corriam risco de vida. Não tinham garantias de conseguir comida e água; não tinham lugar para morar; eram impedidas de entrar ou passar por certos lugares; não podiam trabalhar; não podiam aprender a ler; não podiam dizer o nome de seus deuses; eram desrespeitadas só por causa de sua origem ou raça. Sofriam isso e muito mais!

OLHARES contém foto poemas, combinando, de forma integrada, fotografia e literatura, em cartões postais, em uma proposta diferenciada. Através da linguagem poética, as autoras buscam criar OLHARES de sensibilidade para a proteção do meio ambiente como bem de uso comum e essencial para a qualidade de vida.